Educação conectada e sem distância

Educação conectada e sem distância

By Adriana Gandin & Ingrid Strelow*

web20.jpegTodos os educadores escutam: “É preciso falar a linguagem dos alunos!” Mas a tarefa é delegada a eles sem que haja espaços de formação. Para que haja apropriação do aparato tecnológico como ferramenta pedagógica, é preciso que se permita ao professor tempo para explorá-lo, criticá-lo, utilizá-lo no seu dia a dia (dentro e fora da escola) para que tenha condição de refletir, sozinho e com seus colegas, sobre as possibilidades e benefícios de uso dele na sua prática pedagógica com os alunos.

O momento exige uma mudança qualitativa na prática pedagógica de professores e de alunos. Há a necessidade de o professor aprender mais e o aluno ensinar mais. Só será possível uma mudança real se houver uma dose de coautoria que seja bem partilhada entre alunos e professores. O trabalho com as novas tecnologias exige um trabalho de parceria, de pesquisa, de investigação, de compartilhamento e de verdadeira construção do conhecimento que responda adequadamente às grandes questões e desafios de nosso tempo.

O texto na íntegra está publicado em http://porvir.org/opiniao_post/educacao-conectada-sem-distancia

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* Adriana Gandin é pedagoga, especialista em gestão de pessoas, assessora da Rede La Salle e do Colégio Israelita Brasileiro e diretora pedagógica do projeto iPad na Sala de Aula.

* Ingrid Strelow é licenciada em ciências biológicas, mestre em educação, auxiliar substituta do Colégio João XXIII.

 http://mundosebrae.files.wordpress.com/2009/03/web20.jpeg

Comments

  • Assino embaixo!

    Rodrigo Abrantes12 de abril de 2013
  • ” Trabalho em grupo – Esta modalidade de ensino leva os alunos a interagir com seus colegas e com o professor, permitindo que recursos individuais sejam partilhados. No grupo, os alunos parecem se sentir mais à vontade para apresentar suas idéias, contrapor pontos de vista, fazer perguntas. Com a ajuda da professora, aprendem a planejar seu trabalho, a “negociar” entendimentos divergentes, a organizar sua maneira de proceder, a perseguir soluções e avaliá-las em face dos resultados alcançados. Em grupo, chegam a conclusões que sozinhos, não encontrariam. O trabalho em grupo cria situações que favorecem a troca, o desenvolvimento da sociabilidade, da cooperação e do respeito mútuo entre os alunos.

    Olivia G. Kent7 de junho de 2013
  • Gadotti (1990 – Op. Cit.) diz que a avaliação é essencial à educação, inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão , sobre a ação. Entende-se que a avaliação não pode morrer. Ela se faz necessária para que possamos refletir , questionar e transformar nossas ações. O mito da avaliação é decorrente de sua caminhada histórica , sendo que seus fantasmas ainda se apresentam como forma de controle e de autoritarismo por diversas gerações. Acreditar em um processo avaliativo mais eficaz é o mesmo que cumprir sua função didático-pedagógica de auxiliar e melhorar o ensino/aprendizagem. A forma como se avalia, segundo Luckesi (2002), é crucial para a concretização do projecto educacional. É ela que sinaliza aos alunos o que o professor e a escola valorizam. O autor, na tabela da página a seguir, traça uma comparação entre a concepção tradicional de avaliação com uma mais adequada a objectivos contemporâneos, relacionando-as com as implicações de sua adopção.

    Luisa Mccarty7 de junho de 2013
  • Gadotti (1990 – Op. Cit.) diz que a avaliação é essencial à educação, inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão , sobre a ação. Entende-se que a avaliação não pode morrer. Ela se faz necessária para que possamos refletir , questionar e transformar nossas ações. O mito da avaliação é decorrente de sua caminhada histórica , sendo que seus fantasmas ainda se apresentam como forma de controle e de autoritarismo por diversas gerações. Acreditar em um processo avaliativo mais eficaz é o mesmo que cumprir sua função didático-pedagógica de auxiliar e melhorar o ensino/aprendizagem. A forma como se avalia, segundo Luckesi (2002), é crucial para a concretização do projecto educacional. É ela que sinaliza aos alunos o que o professor e a escola valorizam. O autor, na tabela da página a seguir, traça uma comparação entre a concepção tradicional de avaliação com uma mais adequada a objectivos contemporâneos, relacionando-as com as implicações de sua adopção.

    Araceli I. Ratliff10 de junho de 2013
  • 6 – Adaptações ambientais na sala de aula: mudar as mesas e/ou cadeiras para evitar distrações. Não é indicado que alunos com TDAH sentem junto a portas, janelas e nas últimas fileiras da sala de aula. É indicado que esses alunos sentem nas primeiras fileiras, de preferência ao lado do professor para que os elementos distratores do ambiente não prejudiquem a atenção sustentada.

    Galen R. Farmer1 de julho de 2013
  • Gadotti (1990 – Op. Cit.) diz que a avaliação é essencial à educação, inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão , sobre a ação. Entende-se que a avaliação não pode morrer. Ela se faz necessária para que possamos refletir , questionar e transformar nossas ações. O mito da avaliação é decorrente de sua caminhada histórica , sendo que seus fantasmas ainda se apresentam como forma de controle e de autoritarismo por diversas gerações. Acreditar em um processo avaliativo mais eficaz é o mesmo que cumprir sua função didático-pedagógica de auxiliar e melhorar o ensino/aprendizagem. A forma como se avalia, segundo Luckesi (2002), é crucial para a concretização do projecto educacional. É ela que sinaliza aos alunos o que o professor e a escola valorizam. O autor, na tabela da página a seguir, traça uma comparação entre a concepção tradicional de avaliação com uma mais adequada a objectivos contemporâneos, relacionando-as com as implicações de sua adopção.

    Pete K. Andrews6 de julho de 2013
  • 6 – Adaptações ambientais na sala de aula: mudar as mesas e/ou cadeiras para evitar distrações. Não é indicado que alunos com TDAH sentem junto a portas, janelas e nas últimas fileiras da sala de aula. É indicado que esses alunos sentem nas primeiras fileiras, de preferência ao lado do professor para que os elementos distratores do ambiente não prejudiquem a atenção sustentada.

    Ariel I. Tyler8 de julho de 2013
  • 6 – Adaptações ambientais na sala de aula: mudar as mesas e/ou cadeiras para evitar distrações. Não é indicado que alunos com TDAH sentem junto a portas, janelas e nas últimas fileiras da sala de aula. É indicado que esses alunos sentem nas primeiras fileiras, de preferência ao lado do professor para que os elementos distratores do ambiente não prejudiquem a atenção sustentada.

    Ernestine D. Velez7 de agosto de 2013

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